Boa noite a todos… (não sei como começar o post mais não hein!)
Comecei a postar em inglês no Twitter, pra treinar meu inglês. Aproveitar inclusive que a maioria dos brasileiros que são meus amigos lá sabem inglês e que tenho alguns amigos americanos pra conversar, agora eles não ficam no vácuo lingüístico (?). E falar em inglês, americanos, recebi uma carta do Rotary Club sobre a reunião que terei no dia 29. Essa reunião definirá, provavelmente, a minha primeira família, endereço, esclarecerá tudo que eu ainda preciso saber. E junto da carta, já veio a cidade que eu vou morar: Denver, no Colorado, centro dos EUA.
Lá, a temperatura média é de 10°, chega a temperaturas negativas durante o Inverno e neva de Novembro a Abril. Ou pelo menos nevava, vejamos quais os efeitos do Aquecimento Global por lá. :P
É uma cidade um pouco menor que Belo Horizonte, nem tão grande, nem tão pequena. E bonita, segundo as screenshots da internet.
Claro que, como antes, a excitação quanto ao intercâmbio, quanto ao que eu vou poder comprar lá, quanto à escola que vou estar e tudo mais voltou como nunca. Mal posso esperar pra ter meu armário no corredor, aula de ciências com dissecação e escolha das matérias que eu quiser. E inclusive procurei na internet onde têm lojas da Apple e Walmart lá em Denver, pra comprar tudo que já fiz na lista. (A lista é minha Wishlist, você pode vê-la ao lado)
Enquanto isso, estou cada vez mais me interessando pela Rússia. Sempre simpatizei com a URSS, apesar da repressão e falta de liberdade de expressão, mas agora que aprendo mais sobre a cultura, arquitetura e língua de lá, nunca gostei tanto do país. Conheci um correspondente que mora na Sibéria, o nome dele é Alecsander. Ele já me ensinou várias coisas em russo, como a que está no título (Olá! Eu sou o Cláudio!). Já aprendi o alfabeto e adaptei meu teclado para o mesmo.
As fotos de Moscow, St. Petersburg e algumas de Krasnoyarsk me deixam babando. As igrejas e construções de lá seguem um estilo único, arredondado, completamente diferente das construções quadradas que os portugueses nos deixaram.
Depois descobri que no meu distrito do Rotary, tinha como escolher a Rússia como local para ir. Uma pena eu não ter visto isso antes - e uma pena eu não ter me interessado antes -, quem sabe eu não conseguia ir pra lá? Mas mesmo assim, tô achando ótimo ir para os EUA, comprar tudo baratinho e conhecer melhor o lugar. De qualquer forma, quem quiser conhecer também, saber mais, e quem sabe aprender russo e a cultura, visitem o Aprender Russo Online, blog dedicado a isso.
Mudando um pouco de assunto; Comecei a usar lentes de contato na semana passada. Já usei antes, e adoro usar, principalmente agora que, com a idade, veio a organização, e consigo mantê-la confortável. Mesmo assim, graças ao astigmatismo, tô vendo tudo meio embaçado com ela, então tenho que esperar trinta dias por uma tal lente tórica, que é especial pra isso. Esperemos… (Tô de óculos agora, ver a tela do computador com lente é a coisa mais irritante do mundo.)
E falando em coisas novas, também consegui, finalmente, tinta nova para a minha máquina de datilografar. Foi passada a mim como ritual da família. Essa máquina é da idade dos meus pais, uma Remington 15, que funciona perfeitamente até hoje, exceto por algumas teclas agarrando, que vou limpar em breve. Eu nem dava mais confiança pra ela, até que uma colega minha tocou no assunto (ela também tem uma Remington) e eu resolvi deixá-la 100%. A criatividade vem a mil quando se escreve numa máquina daquelas - desde que não tenha teclas agarrando.
Fui na pré-gincana entre bairros/escolas que tá tendo aqui em BH, por indicação de uma amiga. Foi muito bom! O pessoal mesmo que organiza, tem um ou outro mais velho assim. E tudo que fizemos lá é super divertido, o pessoal é animado! Nessa pré-gincana, para os bairros e escolas próximas da região (Bairro Prado) só foram feitas duas equipes. Uma basicamente formada pelo colégio Loyola (onde eu e meus amigos ficamos, apesar de sermos do Padre Machado) e a outra formada pelo colégio Santo Agostinho. Escolhemos, nesse último Sábado, o nome das equipes e a cor que as camisetas terão. Nossa equipe ficou com a melhor cor, preta, e então vieram as sugestões para nomes. Eu sugeri Pantera Negra, mas ninguém gostou. :P
O nome vencedor acabou sendo “Aqui, Jazpião” (em referência ao Jaspion) com um desenho de um peão em cima (ou de uma lápide, não ficou bem definido). Não gostei, mas democracia é democracia. :(
E pra finalizar o post, que já tá ficando muito grandinho, assisti ao filme Extermínio 2 (28 Weeks Later). Para quem já assistiu Extermínio, dá pra ter uma idéia do que se passa. O filme começa com uma família. Um casal mais ou menos novo, uma menina que tem um namorado (desaparecido), um casal de velhinhos e um cara solteiro. A casa lacrada, e uma criança vai até lá pedindo por socorro. Eles deixam ela entrar, mas claro que a criança vem acompanhada de vários infectados, que acabam adentrando na casa. TODO MUNDO acaba morrendo, exceto o cara mais ou menos novo que eu citei, e ele acaba tendo que deixar a mulher pra trás. Depois de seis meses (28 weeks later), os Estados Unidos começam a reconstruir e repovoar a Grã-Bretanha, somente uma parte. Está tudo indo muito bem até que… (Spoiler, abra se já viu o filme ou se quiser saber como é mesmo assim)
Show ▼
Os filhos do cara que conseguiu fugir voltam ao país e se encontram com ele. O menino, de 12 anos, e o mais novo a voltar a Londres, tem um olho azul e outro marrom, como a mãe. Ele e a irmã saem da parte já segura da Grã-Bretanha e vão até sua casa antiga. Lá, encontram a mãe dos dois, que, para o marido, tinha morrido. Ela ainda está consciente, parecia não estar infectada. Só que, na verdade, seu sangue era infectado, e ela era imune. O vírus estava presente até mesmo em sua saliva. Trazem os meninos e a mãe de volta para Londres, e ela fica em quarentena. No entanto, o seu marido tem acesso total ao local de contenção, e vai conversar com a sua mulher. Ele acaba beijando ela e fica infectado, matando a própria mulher. Daí ele vai infectando todo mundo de dentro da parte segura, e quem consegue fugir, foge. A história é os dois irmãos e mais um grupo (um integrante do exército americano, Doyle, e uma major também americana). Acabam morrendo os dois, sobrando o menino e a irmã. Quando estão quase chegando em um grande ginásio isolado onde pegariam o helicóptero para sair do local, o pai dos dois os encontram, e ele infecta o menino.
Como o menino também tem os olhos de cores diferentes, ele também é imune ao vírus, e se torna como sua mãe (infectado, mas consciente dos próprios atos). Juntos, eles saem dali.
O fim do filme são várias pessoas infectadas atravessando uma grande porta, a torre Eiffel à frente. Conclusão óbvia, o vírus estava chegando a Paris, e isso com certeza significaria toda a Europa e talvez até mais fadados ao fim. O destino dos dois irmãos permanece indefinido.
Acho que esse post ficou tão grande que ninguém vai ler, então… Vou ficando por aqui.
Abraços.